quinta-feira, 16 de junho de 2011

Por unanimidade, STF aprova a realização da Marcha da Maconha

15/06/2011-20h38

Dociê : O consumo de álcool no Campus Darcy Ribeiro

Este blog
é produto do trabalho final da disciplina Introdução á Microinformática e tem
como objetivo divulgar informações á cerca do consumo de bebidas alcóolicas no
Campus Darcy Ribeiro.

Sejam bem vindos à liberdade.

Hoje temos o
privilégio de podermos publicar e propagandizar nossas idéias no extraordinário
instrumento do homem: a internet. Um veiculo de comunicação com todas as
potêncialidades de infiltração e espionagem do Capital e do Estado sobre o
cidadão. Mas não se inluda, o homem criou sim uma tecnologia eficiente e veloz.
Todos podem ver que problema não esta na internet e na informatica, mas na
corruptibilidade do homem. Fruto da ignorância ou da perversidade.

Uma
pesquisa de opinião tem como objetivo um levantamento
estatístico
de uma amostra particular da opinião pública.
a qual mostrava Andrew Jackson a frente
de John Quincy Adams por 335 a 169 votos, na
disputa pela presidência
dos Estados Unidos
. A principal idéia da pesquisa de opinião é fazer uma
aproximação através de uma amostragem(uma fração) de uma determinada
população.



No
mundo capitalista tudo é possivel... como a corrupção do homem. Mas sobre tudo a
veiculação de idéias em forma de propaganda ou de simples idéias para orientar e
se fazerem orientar pelo jogo marketeiro do capital. A censura já não é mais
estratégico e, tal  vez, possível como intrumento do poder, pois, neste mundo,
força maior são as idéias. Aquelas que fluem livremente na internet, protegida
pelo capital.



Podemos até dizer que o homem possui a oportunidade de
formar idéias em massa pela internet. Ideias nao... propagandas: aquelas
que
agem por meio de convencimento (persuasão ou dissuasão),
sem fins ideologizante.   ... na teoria ...

PASSO A PASSO

Etapa 1. Definição da tarefa

Palavra-chave: Bebida no Campus
• Devido a polêmica a respeito do assunto, decidimos fazer uma pesquisa de opinão no Campus.

Etapa 2. Estratégias de pesquisa de informação

Palavra-chave: Como e onde devo procurar?
• Levantamento de modelos de pesquisas de opinião

Etapa 3. Localização e acesso

Palavra-chave: Localizaçao e Amostragem
• Pesquisa sobre o número de alunos, professores e servidores para tiragem da mostragem e seleção
aleatoria dos locais de pesquisa.

Etapa 4. Utilização da informação

Palavra-chave: Blog
• Divulgaçao de um Blog informativo, com pesquisa e dados referentes a bebida e sua opiniao publica.

Etapa 5. Síntese

Palavra-chave: Como organizar a informação recolhida?
• Desenvolvimento de gráficos e tabelas para melhor divulgação das informações

Etapa 6. Avaliação

Palavra-chave: O que aprendi? Como posso fazer melhor?
• Após analize da avaliação de pares, debateremos o que nós aprendemos e o que nós podemos
melhorar.

A PESQUISA DE OPINIÃO

A pesquisa de opinião se baseou em 6 perguntas:
-A função realizada na unb;
-se consome algum tipo de bebida alcóolica regurlarmente;
- se é a favor ou contra a proibição da venda de bebidas alcóolicas;
-opinião sobre qual seria a droga mais perigosa à sociedade, dentre as mais usadas.
-




Porcentagem de mulheres e homens intrevistados:

Relatório afirma que Rede Globo feriu Código de Ética em matéria sobre CA's

COMUNIDADE - 26/05/2011

Documento produzido por comissão de professores criada para avaliar acusação de consumo de drogas e venda de bebidas foi entregue ao reitor

Thássia Alves - Da Secretaria de Comunicação da UnB
Relatório da comissão criada pra avaliar reportagem exibida no programa DFTV sobre suposto consumo de drogas e comércio de bebidas alcoólicas nos Centros Acadêmicos da Universidade de Brasília concluiu que a Rede Globo de Televisão feriu o Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros. Quebra de decoro, prática indutiva, montagem de cenas, má-fé e editorialização dos fatos são condutas atribuídas à equipe de reportagem pelos professores que assinam o relatório.
Em reportagem exibida em 14 de janeiro deste ano, uma equipe de reportagem flagrou uma festa de alunos onde havia venda de bebidas alcoólicas. A matéria traz ainda imagens de estudantes fumando um suposto cigarro de maconha.  A confraternização aconteceu no Corredor da Morte, espaço com salas e Centros Acadêmicos, que funcionava no subsolo do Instituto Central de Ciências (ICC). 
“A reportagem cumpriu o dever da imprensa para com o interesse público, mas, ao mesmo tempo, prestou um desserviço ao manipular fatos e informações”, diz o documento, entregue nesta quarta-feira pela comissão ao reitor José Geraldo de Sousa Junior e encaminhado também à Rede Globo.
De acordo com o relatório, a reportagem, exibida em 14 de janeiro deste ano, utilizou imagens de diferentes Centros Acadêmicos, feitas em horários distintos, e as atribuiu ao CA de Geologia (CAGEO). “Uma tomada em que aparece alguém fumando um cigarro de maconha foi feita num contexto e atribuída a outro, onde não foi constatado o consumo de drogas ilícitas”, aponta o relatório. A apuração mostra que, para conseguir viabilizar a reportagem, um dos cinegrafistas se fez passar por estudante e usou a droga junto com um grupo de alunos.
Também foi apontada má-fé na abordagem e na condução da fonte. Segundo o relatório, o prefeito do campus foi procurado pela equipe para conceder uma entrevista sobre segurança, mas não tratou do assunto. Paulo César Marques, prefeito dos campi, também foi retratado erroneamente como vítima de cárcere privado. “Ele entrou na sala e ficou por livre e espontânea vontade durante três minutos e não dez, como noticiado”, mostra o documento. “Foi armada uma cilada para desmoralizá-lo”, afirma o professor Luiz Martins da Silva, da Faculdade de Comunicação (FAC), um dos integrantes da comissão.
A reportagem também afirmou que, mesmo sendo acionada pelo prefeito, a equipe de segurança não foi ao local da festa. “O serviço de segurança estava presente no local. Porém, seguindo determinações do próprio prefeito, a equipe ficou afastada enquanto o prefeito atendia a repórter”, descreve o relatório. 
A comissão considerou ainda opinativos e tendenciosos os comentários do apresentador do DFTV Alexandre Garcia. “Ele disse que a UnB é uma universidade decadente há 25 anos. Ora, todo contexto de crescimento e produtividade foi ignorado”, afirma o professor Luiz Martins, que também é coordenador do projeto SOS Imprensa. “A consequência disso tudo é que houve uma distorção do que é a universidade. Condutas não comuns foram generalizadas e estereotipadas causando apreensão na comunidade externa e interna e dano à imagem”, explica.
O relatório considera que, ao manipular fatos e informações, a reportagem trouxe “dano à imagem da UnB perante a população, que passou a ter ‘dados’ segundo os quais a universidade é um local de risco para seus freqüentadores que, em busca dos seus principais serviços – ensino, pesquisa e extensão –, acabam se deparando com oportunidades de práticas e consumos ilegais”.
Além do professor Luiz Martins, a comissão é composta pelos professores Luciano Soares da Cunha, do Instituto de Geociências (IG), e Maria de Lourdes Ribeiro, técnica em assuntos educacionais do Decanato de Gestão de Pessoas (DGP). Foram entrevistados pelos integrantes da comissão Paulo César Marques, um responsável pelo serviço de limpeza do campus, que optou por não se identificar, Edmilson Lima, chefe da Coordenação de Proteção ao Patrimônio (CoPP) e  Fabrício dos Santos, presidente do CAGEO. Procurada, a Rede Globo não quis prestar depoimento.
OUTRO LADO – Em depoimento, o presidente do CAGEO, Fabricio dos Santos, conta que a confraternização dos alunos estava acontecendo com ordem quando um homem com uma mochila entrou na sala e disse estar à procura de um aluno da Química. Em seguida, ele deixou o espaço e foi até o Centro Acadêmico de Geofísica (CAGEF). Lá, os estudantes estavam jogando vídeo-game e fumando maconha. O cinegrafista abordou os alunos e perguntou onde poderia comprar drogas. Depois de questioná-los, se juntou ao grupo e também usou a droga.
Em seguida, o cinegrafista e a repórter voltaram à festa do CAGEO, passearam pela sala e, parando no caixa onde estava sendo vendida bebida alcoólica, a repórter perguntou se tinha vodca. Os profissionais compraram duas latas de cerveja e foram embora deixando um troco. Ao sair da sala, a profissional teria dito a um dos estudantes que era aluna do Jornalismo. O aluno viu quando a repórter e o cinegrafista entraram no carro da Rede Globo.
Cerca de 1h30 depois, a equipe de reportagem, acompanhada pelo prefeito, voltou ao CA. “Nesse momento, quando um aluno percebeu o reflexo das luzes da câmara, fechou a porta”, afirma o relatório. Segundo o estudante, quando Paulo César afirmou que a entrada de uma autoridade não poderia ser impedida, os estudantes abriram a porta e pediram para que a repórter não entrasse. Ao contrário do que a reportagem noticiou, Paulo César não foi “retido” pelos alunos, diz o relatório.
Junto aos estudantes, o prefeito constatou o consumo de cervejas e cigarros. Porém, não identificou o uso de maconha ou de qualquer outra substância ilícita. Enquanto conversavam com Paulo César, Fabrício afirma que a jornalista insistia em empurrar a porta. “Foi quando houve o incidente em que a câmera mostra que ela teria ficado com o sapato preso, o que motivou que alguém, supostamente o cinegrafista, desse um pontapé na porta para liberar o pé da repórter”, disse o estudante. Enquanto esteve na sala, o prefeito disse que acionou a equipe de segurança, que chegou ao local.  
O presidente do CA afirma que em nenhum momento foi convidado a dar entrevistas sobre a reportagem. “Se isso tivesse acontecido, a repórter teria conseguido todas as informações sem precisar se infiltrar em uma festa, junto com sua equipe, disfarçados de convidados”, disse Fabricio. “Eles sofreram as consequências dos problemas que aconteciam no Corredor da Morte”, disse o professor Luciano Soares da Cunha, do Instituto de Geociências.
RECOMENDAÇÕES – A comissão recomenda que as festas realizadas nos campi devem ser autorizadas pela Administração, independentemente do horário previsto para ocorrerem e do número de convidados. Os procedimentos para solicitar a autorização precisam ser divulgados no Portal da UnB e devem estar de acordo com as exigências da Diretoria de Serviços Gerais da Prefeitura, do Corpo de Bombeiros e demais órgãos competentes. Hoje, as festas precisam de autorização das unidades acadêmicas ou decanatos e só podem acontecer após às 22h.
De acordo com o documento, foi verificado que quando as festas possuem autorização não há problemas de dano ao patrimônio, atos ilícitos ou tumultos. “Tudo fica em ordem e a limpeza é um procedimento normal”, diz um funcionário da Prefeitura não-identificado no relatório. Já nas festas clandestinas, o cenário muda: muita sujeira, mau uso do patrimônio público, furto de fechaduras e torneiras, vidros quebrados e até salas de aula arrombadas. “Nestes casos, além de fazer a ocorrência no livro preto, é acionado o Serviço de Segurança para que seja feita a ocorrência e comunicado à Diretoria de Serviços Gerais”, explica o servidor.

CEPE sugere alterações nas normas de convivência universitária

COMUNIDADE - 26/05/2011

Realtório sobre o tema será colocado em discussão no Conselho Universitário nas próximas semanas

A professora Andréa Maranhão, da Biologia, está finalizando seu relatório sobre normas de convivência universitária, que será analisado pelo Conselho Universitário (Consuni) nas próximas semanas. Nesta quinta-feira, o Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEPE) analisou a minuta e fez novas sugestões. “É um assunto que envolve emoções e trouxe discussões complexas”, afirma o vice-reitor João Batista de Sousa, que presidiu a reunião.
O texto proíbe o comércio e o consumo de bebidas, o fumo em locais fechados, estabelece normas para confraternizações nos campi e fixa limite de horário para festas. Também defende que cada departamento, instituto ou faculdade tenha um espaço reservado para os seus respectivos centros acadêmicos. O documento passou por consulta pública antes de ser encaminhado à relatoria.
Alguns professores do CEPE pediram que o texto dê prioridade sempre às atividades acadêmicas. Débora Ruy, da Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinária, pediu a especificação do termo “horário letivo”, já que, muitas vezes os docentes realizam atividades fora do horário de aula. “Das 6h à meia-noite há professores trabalhando por aqui”, diz.
SOM – Outros conselheiros se mostraram céticos quanto aos limites do “bom senso” exigido para estabelecer níveis de som aceitáveis. Por isso sugeriram trocar os as palavras “limite da razoabilidade sonora”, que trata da utilização de aparelhos de som do parágrafo V do artigo 7º, para aspectos técnicos, como medidas em decibéis. “Bom senso é bom, mas é difícil normatizá-lo”, disse o vice-reitor.  
A estudante de Medicina Camila Damasceno comemorou a proibição do cigarro nos espaços fechados da universidade e o impedimento do trote violento, degradande e desumano. “São questões óbvias e que já fazem parte de nossa cultura atual”, disse. Mas achou impeditiva a norma que pede comunicação prévia de três dias úteis para realizar eventos no Campus. “Muitas vezes os CAs realizam eventos em cima da hora, como saraus e reuniões”.
Grande parte da discussão girou em torno do consumo de bebida alcoólica dentro do campus. Alguns professores preferem incluir no texto a proibição total da bebida. Pelo atual texto, apenas a comercialização é proibida. O professor Ricardo Jacobi, da UnB Gama, lembrou de um episódio recente em que alunos beberam. Ele se preocupou com a responsabilidade sobre os acidentes. Entretanto o aluno Kaio Santos gostaria que a bebida alcoólica fosse permitida e que a proibição dependesse de um pedido prévio.
Para Andréa Maranhão, o problema reside em como implantar as normas. “Pessoalmente acredito que a minuta não terá poder de mudar certas práticas”. Segundo ela, grande parte das penalidades e proibições serão baseadas no Plano de Responsabilidade Ética e o Plano de Respeito à Diversidade, que ainda não foi elaborado. “Temos também que pensar em prevenir e não só em combater essas práticas”, afirmou a decana de Pesquisa e Pós-Graduação, Denise Bomtempo.
A reavaliação das regras de convivência nos Campi é uma conseqüência dos trotes humilhantes registrados no ano passado e do barulho causado por festas promovidas pelos estudantes em horário de aula. A ideia é eliminar preconceitos, agressões e respeitar a diversidade, a igualdade e a liberdade.

Documento prevê proibição da venda de bebida alcoólica e fim dos CAs na UnB

19/01/2011 - CORREIO BRAZILIENSE ONLINE

Documento elaborado pela decana de assuntos Comunitários prevê desde fixação de horário para eventos e proibição da venda de bebidas alcoólicas a retirada dos CAs do Corredor da Morte 

A Reitora da 
Universidade de Brasília (UNB) criou normas para coibir os abusos nas festas realizadas por estudantes no câmpus da instituição. Entre as regras, há a proibição da venda de bebidas alcoólicas, a fixação de horário para começo e término dos encontros e a remoção dos centros acadêmicos (CA) do subsolo da Ala Central do Instituto Central de Ciências (ICC), o Minhocão. O local ficou conhecido como Corredor da Morte justamente por causa das farras, que, segundo denúncias, são embaladas por drogas.As normas para confraternizações no câmpus foram elaboradas pela decana de Assuntos Comunitários da UNB, Rachel Nunes. Para entrar em vigor, no entanto, o documento precisa ser aprovado pelo Conselho Universitário, formado por professores, funcionários e alunos da instituição, além de administradores da universidade.Segundo o prefeito do câmpus, Paulo César Marques , o texto elaborado não estaria relacionado com o incidente do último dia 13, quando alunos foram flagrados pelo cinegrafista de uma emissora fumando maconha e vendendo bebidas alcoólicas no CA de Geofísica, no Corredor da Morte. Marques explicou que o documento seria uma atualização das normas existentes. "O problema hoje é que se o CA vende bebidas, podemos penalizar apenas o aluno. É preciso uma punição institucional", argumentou.Por outro lado, o texto também garantiria a instalação adequada dos centros acadêmicos. De acordo com Marques, a escolha dos locais é de responsabilidade da administração da universidade. Seria, ainda, uma maneira de evitar que festas e happy hours atrapalhassem o horário de aula. O texto, no entanto, ainda não está fechado. "São responsabilidade para ambos os lados. O texto vai para a consulta pública, após aprovação do conselho universitário. Ficará no portal da universidade e receberá sugestão de toda a comunidade do câmpus", explicou.No caso dos CAs que ocupam as salas abandonadas do Corredor da Morte, eles seriam transferidos para salas próximas dos cursos que representam. Os excessos cometidos por estudantes no câmpus mobilizam as discussões da UNB há uma semana. Os professores da instituição exigem o controle do consumo de bebidas alcoólicas e drogas no Minhocão. Representantes da direção da Associação dos Docentes (ADUNB) apresentaram ontem uma carta de reivindicação à Reitoria. O grupo cobrou dos diretores da instituição mecanismos para coibir a prática de atividades ilícitas no câmpus. O documento redigido pela decana de Assuntos Comunitários é uma resposta aos docentes.PreocupaçãoEstudantes temem que não haja diálogo por parte da administração da universidade. Proibições não serão bem-vindas, segundo o coordenador de integração estudantil do Diretório Central dos Estudantes (DCE), Bruno Borges. Ele reconhece que faltam normas claras para o uso do espaço público na universidade, mas acredita que a integração e os espaços de convivência são importantes. "Somos favoráveis a discutir regras, mas não podemos criminalizar o CA por um fato isolado. Não são locais conduzidos de qualquer forma. Qualquer limitação deve ser conversada e todos os lados devem ceder", ponderou.Um dos representantes do CA de geofísica, Paulo Henrique Praça de França, 21 anos, disse que a venda de bebidas alcoólicas foi uma forma encontrada pelos estudantes para comprar equipamentos para o centro acadêmico. Ainda segundo ele, é proibido o uso de drogas no espaço e os estudantes sabem da norma, mas "não há como impedir que alunos usem um espaço que é deles". "Quando o dinheiro arrecadado não é revertido para compra de equipamentos para o centro, vai para razões sociais. Não dá para simplesmente acabar com as confraternizações", protestou.Parte dos universitários duvida de mudanças, mesmo se for aprovado o texto elaborado pela decana de Assuntos Comunitários. O estudantes de administração Josimar Soares Filho, 24 anos, é um dos descrentes. Segundo ele, a polêmica enfrentada na UNB é recorrente em todas as faculdades do DF e parece "exagerada". "Mesmo sem comercialização, vai haver consumo de bebidas alcoólicas. Mas a maioria dos alunos está estudando, indo para a aula normalmente", destacou. Já Danyelle Dias, 17, estudante de ciências sociais, concorda com algumas limitações. "Limitar horários, por exemplo, seria legal. Mas duvido que haverá algum tipo de fiscalização. Vai ficar só no documento", afirmou.Ponto isoladoCentros acadêmicos, como os de geologia e geofísica, foram transferidos pela prefeitura da UNB para o Corredor da Morte há menos de um ano, sob alegação de que falta alternativa para alojar os estudantes.POVO FALAO que você acha sobre haver regras para festa no câmpus?"A limitação é certa. A universidade não é lugar para venda de bebidas alcoólicas, por exemplo. Acho até que o consumo é de responsabilidade de cada um, mas não a venda."Bárbara Araújo, 18 anos, moradora de Sobradinho, estudante de direito"É uma medida necessária. O ambiente de estudo não pode virar um ambiente de festa. Muitos são obrigados a conviver passivamente com o abuso de outros."Lucas Marques, 20 anos, morador de Taguatinga, estudante de ciências sociais"Sou contra. Acho que a situação na UNB não está tão caótica. A universidade não se tornou um espaço de libertinagem. Estudos não excluem as festas."Nathalia Alves, 21 anos, moradora de Taguatinga, estudante de administração"É um exagero. Seria sensato se as festas atrapalhassem as aulas, por exemplo, mas não atrapalham. Acho que devia haver mais diálogo na questão."